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Sebastião Lopes

Sebastião Batista Lopes, escritor e poeta, membro da Academia Planaltinense de Letras do Distrito Federal, terá o prazer de realizar no município de Riachão das Neves, às 20h, dia 05, no Salão Nobre da Câmara de Vereadores, uma Noite de Autógrafos. Na noite Sebastião estará autografando três livros de sua autoria. “Será um evento jamais visto em Riachão e o seu maior objetivo será motivar os mais jovens para a leitura”, disse Sebastião.
Filho de Nestor Lopes e de Maria da Lapa David Lopes, nasceu a 20 de Janeiro de 1937, na Vila de Pau-a-Pique, 3º Distrito do município de Casa Nova – BA.
No ano de 1959 migrou de sua terra natal e estabeleceu-se na cidade de Riachão das Neves, também no estado da Bahia. Lá constitui família e tornou-se comerciante.
Em 1970 filiou-se ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB); partido que o levou, em 1972, à Câmara de Vereadores e, posteriormente, em 1976, à vice – prefeitura daquela cidade. Ingressou no Ministério Evangelístico em 1984, aceitando, em definitivo, Jesus Cristo como seu salvador pessoal.
Em janeiro de 1990, mudou-se com a família para Planaltina – DF, onde cursou o Seminário Teológico Paulo Leivas Macalão. Iniciou o curso da EETAD e complementou seu aprendizado com vários cursos de Aconselhamento e Restauração Cristã. É Missionário Evangelista da Igreja Evangélica Assembléia de Deus, em Planaltina, desempenhando o seu ministério para a glória do Senhor.
Sebastião é membro fundador da Academia Planaltinense de Letras (APL) e autor dos livros “A Fonte D’água Viva (1998) e Vitória no Sofrimento (1998), ambos de cunho religioso.
Participou das antologias Momento Literário de Planaltina e Palavras, Sentimento e Paz, obras publicadas pela APL em 1999 e 2002, respectivamente.
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Toninho de Souza

Antonio Alves de Souza é um artista plástico multimídia (pintura, instalações, escultura, gravura, desenho, fotografia, cerâmica, etc) que nasceu em Riachão das Neves - Estado da Bahia, em 1951, chegando a Brasília antes de sua construção, em 1957.

É um dos pioneiros de Sobradinho, para onde veio, transferido da Vila Amauri. Hoje, com 30 anos de carreira artística, é um dos grandes nomes da arte brasiliense, com realização de mostras nacionais e internacionais. Detentor de inúmeros prêmios, inclusive o de uma viagem ao exterior, obtido no Rio de Janeiro, quando percorreu, em viagem de estudos, dez países da Europa. A sua obra se encontra em acervos particulares em diversos países como Estados Unidos, Canadá, México, Japão, Chile, Espanha, Alemanha, Colômbia, Suíça, Bélgica, Itália, Argentina, França, etc.

Sua obra se encontra catalogada no Anuário de Artes Latino-Americanas; Vários Perfis da Arte Brasileira; Art Trade International (Portugal); Artes Plásticas Brasil, volumes 2 a 8; Panorama da Arte Brasileira e revistas especializadas de arte. Em 1959, começa a estudar na Vila Amauri (de onde se originaram as cidades-satélites). A partir de 1960, em 29 de fevereiro, vem para Sobradinho, DF, onde reside atualmente e mantém um atelier.

De 1960 a 1968, dedica-se ao desenho a nanquim, lápis de cor, cera e gouache sobre papel, mantendo sempre sua característica de autodidata. O artista pinta a sua primeira tela, na técnica de óleo sobre tela, em 1970.

Após receber inúmeros prêmios de pintura, começa a partir de 1989, a participar de palestras, como a de Arte Contemporânea ministrada pelo Crítico de Arte Roberto Pontual - Galeria Performance, Brasília, DF; em 1990, do Curso A Estética do Projeto Moderno - Realizado no Museu de Arte de Brasília, pelo Crítico de Arte - Marcos de Lontra Costa; do Curso de Reconhecimento e Linuagem em Artes Plásticas, da Universidade de Brasília e CEF, e ainda, Arte Contemporânea, realizada na Universidade de Brasília, ministrada pelo Crítico de Arte alemão, Christos M. Joachimedes, da Universidade Livre de Berlim, também Diretor do Departamento de Artes da Universidade de Kassel.

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Aidenor Aires

Nasceu em Riachão das Neves (BA), mas está inserido na literatura goiana já que mudou para Goiás muito criança. Em 2006, pela Lei 15.883, o governo estadual lhe concedeu cidadania goiana. Estudou na Escola Técnica de Goiás, e fez madureza no Lyceu de Goyaz. Na Universidade Católica de Goiás, cursou Letras Vernáculas e Direito. É aposentado do Ministério Público. Por seu livro Reflexões do conflito, de 1970, escrito em parceria com Gabriel Nascente, passou a pertencer ao grupo pós-GEN, ou Novo Grupo de Escritores Novos. Detentor de diversos prêmios de poesia, entre eles, o Fernando Chinaglia de 1978 e o prêmio Bienal Nestlé de Literatura Brasileira de 1986. É um dos fundadores da Academia Goianiense de Letras,

Para Nilto Maciel, a poesia de Aidenor Aires, apresentada em Lavra do Insolúvel, “é um misto de telurismo goiano e de universalismo: os rios (“Aqui tudo infunde passado / até o rio corre / como se fosse arrastado”); a fauna (“O boi é apenas sangue fluindo”); a flora (“Entre os seres humildes/ da floresta / acendias o alto facho/ de teus ramos verdes/ e da terra suprias tua fome/ e a mesma terra morna/ nutria tua sede”). Pode-se até falar de um regionalismo pós-regionalismo. Tudo construído com a melhor ferramenta da arte poética, voltada para as grandes dores do homem: do primitivo aos catadores de ouro.” E, assim em todos os seus livros, a paisagem goiana se apresenta para que Aidenor Aires ultrapasse o regionalismo e dê expansão ao modernismo.


Bibliografia:
Reflexão do Conflito, Goiânia: Departamento Estadual de Cultura de Goiás, 1970; Itinerário da Aflição, Goiânia: Oriente, 1973. Prêmio Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos; Lavra do Insolúvel, Goiânia: Oriente, 1974. Prêmio Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos; Rio Interior, Goiânia: Líder, 1977. Prêmio Fernando Chinaglia; Amaragrei. Brasília: Ipiranga, 1978. 1º lugar no 3º Concurso Nacional de Literatura de Goiás; Canto do Regresso, Goiânia: Edição do Autor, 1979; Tuera – elegia carajá, Brasília: Thesaurus, 1980; Aprendiz de Desencantos, Goiânia: Inigraf, 1982; Os Deuses são Pássaros do Vento. Goiânia: Cerne, 1984; Prêmio Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, 1984; Via Viator,. São Paulo, Melhoramentos, 1986. Prêmio Bienal Nestlé.

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